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Economia

Denuncia contra Temer pareceu conspiração, diz executivo

Sócio fundador da Multiplan, de shoppings, elogia presidente e prevê avanço muito grande em vendas de Natal




Uma semana após inaugurar um novo shopping em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, José Isaac Peres, sócio-fundador da Multiplan, está confiante de que as vendas Natal de 2017 vão superar os últimos anos.

Ele atribui o otimismo aos sinais positivos na economia surgidos na gestão de Michel Temer, que, segundo ele, já fez "reformas fundamentais, que eram impensáveis" em outros governos.

O empresário, que começou a investir no segmento de shoppings na década de 1970, quando esse mercado ainda era incipiente no país –fundando empreendimentos como o BarraShopping, no Rio, e o Morumbi, em São Paulo–, diz que Temer foi vítima de uma "conspiração" que atrasou o país, desde que vieram à tona as delações dos irmãos Batista, da JBS, em maio.

*

Folha - Qual é a perspectiva para o Natal?
José Isaac Peres - Nós acabamos de inaugurar o shopping de Canoas, com um novo conceito totalmente diferente de tudo, um shopping mais interativo, que se divide em um parque, com natureza, e demos ênfase para diversão, além do comércio. Tivemos uma surpresa muito agradável. Está lotado. Acho que este Natal vai superar com um avanço muito grande.

Teria sido difícil se a inauguração tivesse ocorrido no auge da crise?
Não sei. A taxa de ocupação está muito alta. É um equipamento que corresponde aos resultados. Se tivéssemos inaugurado no ano passado, talvez tivesse sido um pouco mais difícil porque o cenário econômico era mais incerto.

Mas hoje eu vejo o cenário indo muito bem. Lamento apenas que o nosso Congresso não olhe mais para o Brasil, sabendo da reforma da Previdência.

Essa parece difícil de aprovar, mas como o sr. avalia o que já foi feito?

Esse governo já fez reformas fundamentais, que eram impensáveis, que os outros governos não conseguiram fazer, como a reforma trabalhista, o teto de gastos. A inflação baixou. Eu não me lembro na minha vida de uma inflação com nível tão baixo.

O Banco Central tem conduzido muito bem a política de juros, com uma taxa bem administrada, sem ter que dar pauladas, como foi no governo Dilma.

Como o seu negócio se beneficia da reforma trabalhista?
O custo de qualquer pessoa empregada numa empresa é 100% daquilo que ele recebe. Os salários são afetados pelo custo do empregado. Se não tivéssemos que pagar tantos impostos, certamente, o empregado receberia melhor. É uma questão de justiça que o Estado diminua de tamanho.

O que espera das eleições?
Eu sou um eleitor do centro. Nem de extrema esquerda nem extrema direita. Acho que em um determinado momento esse centro vai se unir e espero que possamos ter um candidato que seja alguém com coragem, como tem hoje o presidente Temer, de fazer reformas.

Ele teve condições de fazer reformas, mas também ficou refém das denúncias?

Ele pegou o país quebrado. Em um ano, reconquistamos a confiança, não só empresarial interna como do mundo.

No meio do caminho ele recebeu um ataque como eu nunca vi, desproporcional. Tem cara de uma conspiração e atrasou muito o país.

Todos somos favoráveis a acabar com a corrupção e ter um país limpo, mas temos que admitir que estaríamos muito melhor se não fosse a forma com que, em maio, foi feita uma denúncia [por parte de executivos da JBS
contra o presidente em condições e proporções que eu jamais vi. Ele se superou.

Qualquer um que tivesse sofrido esse tipo de ataque teria renunciado. Ele não renunciou e foi melhor para o Brasil. Imagine o que seria hoje este país com o terceiro presidente em quatro anos.

Entre um Lula e um Bolsonaro, o melhor seria quem?
Prefiro não responder porque acho que estamos rotulando determinadas pessoas que ainda não se explicaram perante o eleitorado. E do outro lado eu acredito que o brasileiro, como um povo conservador, vai olhar para o centro.

Fonte: Folha de SP

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