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Política

CEO da Riachuelo defende maior ação empresarial nos rumos do País

Empresário apresentou os objetivos do movimento Brasil 200 Anos




Em Porto Alegre, ontem, a convite do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e do Grupo de Líderes Empresariais (Lide-RS), Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, defendeu maior participação dos empresários nos rumos do País. A importância e o poder dos empreendedores para promover mudanças no Brasil, avaliou o executivo, teriam sido negligenciados pelos empresários nos últimos anos. No início da noite, no Porto Alegre Country Club, Rocha apresentou o movimento Brasil 200 Anos em evento fechado para cerca de 200 convidados. O movimento faz alusão aos 200 anos do Brasil de independência de Portugal, que serão alcançados em 2022, final do mandato do presidente brasileiro que será eleito neste ano. Apesar de alegar que o movimento Brasil 200 Anos, liderado por ele, é apartidário, Rocha trouxe consigo Geraldo Rufino, empresário e um dos fundadores do Novo, partido criado recentemente por um "grupo de pessoas que nunca havia se candidatado a nenhum cargo eletivo, mas que concluiu que um partido político seria a ferramenta democrática adequada para realizar as mudanças necessárias". Após críticas indiretas aos últimos anos de governo petista no comando do País, quando teria prevalecido a aplicação de "ideias infelizes" e "políticas econômicas desastrosas", Rocha foi questionado sobre a participação de grandes empresários, como da Odebrecht, da OAS e da JBS no cenário criticado por ele. "Existem empresários de conchavo e empresários de mercado. Somos empresários de mercado. Quando o Estado cresce e se dá à arrogância de eleger campeões nacionais, isso não é capitalismo, nem livre mercado. É uma aberração à sabedoria suprema do livre mercado", defendeu o líder do movimento Brasil 200 Anos. Rocha, que já foi deputado federal pelo PFL (hoje DEM), nos anos 1980, e também foi pré-candidato a presidente da República, em 1994, negou ter ambições políticas no atual momento e que o movimento possa ser encarado com uma plataforma para lançá-lo a uma possível candidatura. Já Rufino afirmou que o Brasil 200 Anos tem, sim, a expectativa de gerar líderes entre o empresariado. Inclusive lançando-os, futuramente, no cenário político nacional. "Em um movimento deste tamanho, com o objetivo de interferir na política para gerar mudanças, é natural, e até gostaríamos que alguns empresários do movimento se candidatassem. Alguém que tenha condições de deixar a empresa, e condição social e econômica para não precisar ir para lá se arrumar", ressaltou Rufino.

 


MARIANA CARLESSO/JC Thiago Copetti  - 06.2.18

 

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